sábado, 30 de agosto de 2014

Diretoria e conselho fiscal do Conselho Central Pe Pelágio toma posse.

No dia 31 de maio, na sede do setor Maysa I, assumiu como novo presidente do Conselho Central Padre Pelágio da SSVP, confrade Enzio Henrique Duarte, membro da Conferência São João Evangelista. A Solenidade de Posse foi presidida pelo confrade Vicente França, presidente do CM. Goiânia, e a Missa celebrada pelo padre Paim, após ser empossado, confrade Enzio nomeou sua diretoria, que ficou assim constituída: 2°Vice-Presidente: csc.Irene Rodrigues; Primeira Secretária: csc. Adva Gomes Ferreira; Segundo Secretário: Carlos Roberto de Mendonça; Primeiro Tesoureiro: csc. Terezinha Anselmo de Freitas Silva; Segundo Tesoureiro: cfd. Luzo Alves da Cruz; Coordenadora da Comissão de Jovens: csc. Rayssa Muriele de Jesus Rocha; Coordenador da Ecafo: cfd. Rondinélio da Costa Silvério; Assessor Espiritual: Ronaldo da Silva Cruz. Conselho Fiscal: cfd. Expedito Paulino Dias, cfd. Carlos Antônio Ferreira Nascimento e Gerson Soares Pereira.
O Conselho Central Padre Pelágio foi fundado em 27 de novembro de 1994, é responsável pela região Noroeste de Goiânia e parte da cidade de Trindade - GO. Possui hoje cinco (5) Conselhos Particulares, são eles: Cristo Libertador, Jesus Bom Pastor, Padre Josimo, São Francisco de Assis, São José.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Comissão de Jovens uma boa ideia

A falta de tempo para conviver em grupo, o trabalho que deixa o jovem cansado e ocupado, a escola que ensina a ser individualista, a televisão que diz para não se importar com a vida do outro são desafios para a nucleação e organização de grupos de jovens.
Como responder positivamente a esta realidade? Como "ir contra a maré", dizendo não à forma de viver que é imposta aos jovens pelo mundo dos adultos e suas instituições (a família, a televisão...)?
É preciso resgatar o jeito jovem de ser: alegre, que enfrenta riscos, utópicos, esperançosos... Características que o mundo está roubando dos jovens através da imposição de um jeito de ser triste, descrente, fechado, individualista e consumista.
Quem sabe faz a hora...
Os grupos de jovens estão ai. São muitos. Muito maior ainda é o número de jovens que não estão participando de nenhuma organização ou movimento. Há jovens que se gastam no trabalho e sonham o sonho impossível, que os meios de comunicação e a propaganda colocam em suas cabeças para que acreditem - e se iludam - que o mundo pode ser feito de "charme", mordomias e luxo.
Há também aqueles que sabem que "quem sabe faz a hora, não espera acontecer". Buscam a realização de um sonho possível ou impossível, de uma sociedade justa que se faz na medida em que arregaça as mangas e se põem a lutar. Aí, talvez, reside o maior valor de um grupo de jovens. São Jovens que não se conformam com as coisas do jeito que são. "Desconfiam" que algo está errado e que é preciso juntar-se a outros jovens para mudar.

O valor da comissão de jovens


As comissões de base são grupos que se reúnem frequentemente para a reflexão, se comprometem na oração e na ação. São grupos de vida, onde todos tem a voz e vez.
Cada comissão de jovens tem (e deve ter) sua própria maneira de ser. Não existe um modelo pronto e acabado, para ser copiado. O desenvolvimento das reuniões e encontros, por exemplo, possui características diversas em cada grupo, o que vai delineando a sua fisionomia
Uma comissão de jovens é um grupo de amigos, unidos pela fé.
- A amizade, o conhecimento interpessoal, a acolhida e a compreensão do outro só podem crescer em pequenos grupos.
- A consciência e a participação só nascem onde cada um é importante, pode falar, escutar e dar a sua opinião.
- As novas lideranças, capazes de intervir na Igreja e na sociedade, nascem e crescem nos grupos organizados, onde cada decisão e atividades são pensadas e decididas com a opinião de todos.
- A formação integral do jovem tem, na comissão de jovens, um espaço privilegiado
É bonito ver o jovem que faz umacaminhadacom o grupo, crescendo na fé, no relacionamento com o outro e consigo mesmo, na consciência crítica na ação.
Extraído da Revista Voz Vicentina no Centro Oeste, nº 59 de 2007
Autor desconhecido